21.10.07 12:59 PM
|
|
Um pêndulo no cinema
É engraçado pensar como o ponto de vista pode ser decisivo entre o agrado e desagrado a respeito de certas coisas. Ontém, por exemplo, eu fui a 31ª Mostra assistir ao documentário do Michael Moore, que foi exibido no CineSesc. E depois de escolher um ótimo lugar, o que a princípio era bom, ficou péssimo, quando um tiozinho, com um imenso balde de pipoca e uma garrafa de 1litro d'água, resolveu sentar justamente na minha frente.
E como diz a bíblia, no início era o verbo. Ele fez juz a isto com a voracidade com que comia sua pipoca, bebia a sua água, arrotava e irritantemente mexia os braços.
Porém consegui me concentrar e esquecer a existencia dele. Mas seres onipresentes não são esquecidos por muito tempo. Eis que uma cabeça em forma de pêndulo invertido, perfeitamente alinhado com a posição dos meus olhos, resolve funcionar justamente para tampar a minha visão das legendas daquele cinema, que ficam abaixo da tela de projeção. E mesmo tendo em vista uma pequena dificuldade inicial de entender o que se falava, consegui entender muito bema mensagem, mesmo com todas as variantes linguísticas e de sotaque alí encontradas. Percebi que meu incomodo em não poder ler as legendas tem um outro nome: preguiça em escutar.
E no final das contas fiquei feliz em saber que se eu quizer comprovar minha proficiência em inglês, tanto pelo IELTS como pelo TOELF, eu vou me dar bem, tendo em vista que não tenho muitas chances de praticar meu inglês.
Kleiton e Kledir - Deu pra ti, só pra comemorar o final de semana em que reinaram os pensamentos em Porto Alegre.
|
|
Murilo fez a lembrança |
|
15.10.07 11:23 PM
|
|
A fala
Existe uma diferença entre o que falar e como falar. Há coisas que devem ser ditas, mas o segredo do sucesso é saber como dizer. E percebo que não querendo ser direto, justamente para não ferir, muitas vezes acabamos por gerar um certo mau entendido, e comigo não é diferente.
Já falei coisas duras em momentos inapropriados, ou de forma inapropriada quando se devia. Talvez por isto mesmo eu seja melhor com a fotografia ou também gestos e atitudes do que com a escrita. Mas não tenho porque me envergonhar da minha escrita, ela já me ajudou tanto em momentos únicos e inesquecíveis madrugada a dentro...
No final das contas fico tranqüilo, pois senão eu não teria conquistado tudo o que já conquistei, e definitivamente não me arrependo ou me envergonho, ao contrário, me sinto orgulhoso destas conquistas, pois assim como o estudo, é algo que não sai, fica para sempre marcado.
|
|
Murilo fez a lembrança |
|
|
|